No seguimento de uma sondagem activa aqui no Armabranca.com, trazemos para a frente um dos temas que mais tendência causa nos admiradores de facas e canivetes, onde cada um manifesta a sua preferência por diferentes razões. Falamos do acabamento final da lâmina. Embora não sejam as únicas opções disponíveis, a generalidade dos fabricantes coloca ao dispor do consumidor artigos de lâmina preta, fosco (ou escovado) ou polido. Aqui vamos procurar analisar os pontos fortes e fracos de cada um:
Acabamento NegroAs lâminas pretas não são em vão associadas à utilização militar de facas e canivetes. O processo de pintura ou anodizagem do aço com pigmento preto é um procedimento comum em facas destinadas a uma utilização especial. O negro reduz a capacidade de reflexão da lâmina ao seu mínimo, evitando assim que o operador não seja denunciado pelo flash de uma lâmina polida. Mais no domínio da utilização quotidiada, as lâminas pretas marcam a diferença pelo estilo. O acabamento negro, especialmente os que contém na sua composição Nitrato de Titânio, ajudam à protecção do aço contra corrosão, contudo é uma lâmina mais difícil de manter imaculada especialmente se for uma peça usada em trabalho. Adicionalmente, enquanto novas, as lâminas tendem a largar pigmento e a sujar mãos e roupa - recomenda-se um desgaste inicial ligeiro para prevenir situações indesejadas. Em determinados contextos uma lâmina preta pode intimidar mais do que uma lâmina comum.
Acabamento FoscoCom um nível intermédio de anti-reflexo, não ostentam tanto “peso” quanto as lâminas negras. São igualmente difíceis de serem mantidas como novas mas se forem bem estimadas são lâminas lindíssimas e contribuem de forma decisiva para o aparato visual da faca. Menos intimidantes que a lâmina preta e, considerada por alguns, uma escolha mais selecta. Este efeito é geralmente conseguido mediante um banho de ácido antes da afiação, o que se traduz num custo acrescido.
Acabamento PolidoCapaz de reflectir luz com facilidade, uma lâmina polida pode ser uma grande vantagem para fins de sinalização em termos de sobrevivência. Como não tem tratamento aplicado, o bom estado da lâmina dura muito mais tempo mesmo depois de afiar o gume - mais fácil na manutenção. Torna a faca mais barata e num canivete comum não se torna num elemento tão constrangedor para terceiros como uma lâmina preta - é mais comum logo é mais aceite. Contudo, ao nível de combate, está provado que uma lâmina brilhante tende a intimidar mais o adversário.
Mas mesmo vistas as diferenças, existe algo que prevalece sobre todas elas: o gosto pessoal. Siga o que o seu coração pede e ficará, por certo, satisfeito.
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Um dos mais recentes sucessos da loja Navalhas.com está de volta. A CLB Kerambit, um canivete extrovertido e inovador é uma das criações de Chad Los Banos, um designer Haitiano ao serviço da Böker. Na realidade este modelo pertence à divisão Böker Plus, que reúne os modelos orientados para a componente táctica ao mesmo tempo que sugere novas tendências e conceitos em cutelaria funcional.
A Kerambit da Böker remete de imediato para um tipo de faca em particular: a Karambit. Estas facas distinguem-se pela sua forma curvilínea, lâmina em formato bico-de-falcão (hawkbill) e um anel na ponta do cabo que possibilita a execução de movimentos de ataque e auto-defesa presentes um ramos de disciplinas de artes marciais com inspiração Filipina ou Indonésia. Na realidade, uma Kerambit é, na sua origem, derivada das comuns foices de agricultor.
Esta Karambit difere das mais comuns por não ter dois gumes na lâmina (apenas tem o gume interior). E isto deve-se ao facto deste exemplar ser do tipo canivete e permitir assim que a lâmina possa ser rebatida para o interior do cabo. O anel para além da funcionalidade já mencionada, é um prático mosquetão que possibilita prender a faca a uma presilha, por exemplo. Mas é o design que realmente salta à vista e faz desta peça verdadeiramente extraordinária e diferente.
Uma sugestão para uma oferta que pode ser conseguida por apenas 45,00€ na loja Navalhas.com.
Saber mais
Toda a gente sabe o que é um gume ou o que é uma lâmina mas existem sempre dúvidas relativamente aos nomes de outras partes de uma faca ou canivete. Serve este artigo para trazer alguma luz ao assunto mas salvaguardando, antes de mais, duas coisas: em primeiro nem todas as partes poderão estar aqui descritas; em segundo os nomes atribuídos poderão ser outros uma vez que não existe um consenso generalizado ou publicado sobre a anatomia das facas e é natural que o leitor poderá encontrar nomes diferentes (estes, contudo, são perfeitamente válidos).
Uma faca é composta por duas secções fundamentais: a lâmina e o punho. Mesmo em facas que não têm revestimento no punho (por exemplo a CRKT NECK), não quer dizer que não o tenham pois a função sobrepõe-se à fisionomia do objecto. Seguem-se dois diagrama que ilustram as partes destes dois grupos, incluindo as suas traduções para inglês:

O PunhoUm dos mais aclamados fabricantes de facas para caça, sobrevivência e bushcraft provém da Suécia, na península escandinava. A Fällkniven é um sinónimo de qualidade mas sobretudo de durabilidade graças ao emprego de materiais de alta resistência e uma aprefeiçoada técnica de fabrico acumulada em mais de 25 anos.

De facto foi em 1984 que a empresa foi fundada mas o seu objecto social era apenas o de importação e comércio de cutelaria. Foi em 1987 que iniciaram a produção dos seus primeiros modelos que desde cedo cativaram os entusiastas da caça e práticas de sobrevivência, definindo gradualmente conceitos de facas que se tornaram verdadeiros standards.
Fällkniven é uma palavra composta sueca que significa “canivete” ou “faca dobrável” para ser mais literal. Lê-se Fal-que-nei-ven e apresenta-se geralmente num logótipo oval ilustrado com uma versão da sua mais famosa faca: a Fällkniven A1. Embora o fabrico dos primeiros modelos fosse realizado em Solingen, na Alemanha, actualmente todas as facas são fabricadas no Japão, muito devido à mudança dos aços utilizados para fabricar os variados modelos da marca.
Os materiais utilizados nas lâminas são basicamente o VG-10 e o 3G. Este último é considerado pelos responsáveis da marca como o melhor aço do mundo. O VG-10 é uma liga de extraordinárias capacidades, muito mais barato que o 3G, e equipa o segmento base de praticamente todas as facas desta marca. Encaremos as versões com lâmina em 3G como de luxo ou de uso para além de extremo.

As facas militares A1 (em duas tonalidades de lâmina) e versão negra da F1
Em 1995 a Fällkniven F1 foi testada, aprovada e adoptada pelos pilotos da força aérea sueca e é hoje a sua faca de sobrevivência oficial. Paralelamente, no segmento da caça, a Fällkniven H1 é considerada uma das melhores facas que um caçador pode ter neste segmento de preço. Em 2000, os modelos F1 Black e S1 Black foram, com sucesso, aprovadas também pelos pilotos da força aérea e marinha Americana.
Links externos:
Fonte: Wikipedia e Site oficial
A loja Navalhas.com vai realizar uma pausa nos seus serviços entre os dias 17 e 31 de Agosto pelo que retomará a actividade normal no dia 1 de Setembro. Durante estes dias a loja física (Camuflado.com) estará encerrada assim como os telefones estarão inoperacionais.
As encomendas submetidas até dia 12 de Agosto serão consideradas e processadas antes das férias, pelo que as encomendas posteriores serão, muito provavelmente, adiadas para Setembro.
Obrigado e boas férias!

Simples mas a funcionar desde 1961 nos bolsos dos soldados helvéticos
Desde 1961 que mais nenhum modelo fora concebido especificamente para o exército suiço. O velho Soldier’s Knife da Victorinox, caracterizado pelo escudo vermelho com a cruz helvetica em relevo sobre os painéis em alumínio. Uma peça icónica que serviu por muitos anos de bandeira a uma legião de ferramentas de bolso popularizada por todo o mundo.
Hoje o universo dos canivetes suiços está substancialmente mudado. A inclusão de lanternas LED, memória USB, leitor MP3 ou altímetros digitais é um franco exemplo da actualização que estes canivetes têm vindo a sofrer. Mas as mudanças não só se verificam ao nível destes gadgets. Também existe uma aposta no design, nos materiais e nos tipos de ferramentas físicas que, de uma forma ou de outra, constituem novas abordagens à resolução de problemas mundanos.

O Rescue Tool é o melhor exemplo de sucesso na série de canivetes de lâmina longa da Victorinox
Novas necessidades no seio do consumidor potenciaram a popularidade dos modelos de lâmina longa. Modelos como o Nomad, Trailmaster ou o Sentinel da Victorinox, e toda a série New Ranger da Wenger; apresentaram-se como excelentes alternativas para actividades outdoor, terreno onde o tradicional canivete suiço não consegue acompanhar. Na minha opinião, a possibilidade de abertura da lâmina com uma só mão foi um dos mais importantes passos que abriu o mundo dos canivetes suiços a um maior número de actividades conferindo-lhes uma nova dimensão de utilização.
E face a todo este momentum de evolução e inovação, a reforma do canivete suiço do exército era só uma questão de tempo. Apresentado em 2008 mas só lançado ao público em 2009, o novo Victorinox New Soldier’s Knife apresenta-se agora como a derradeira ferramenta de bolso do soldado. Em muito inspirada no já famoso e eficaz Rescue Tool, no formato do cabo e no perfil da lâmina principal, o New Soldier’s Knife apresenta-se em cor verde oliva e preto, bem mais adequado aos standards de camuflagem que hoje imperam na indumentária marcial.

Maior e mais funcional graças à adopção da nova lâmina serrilhada e de abertura com uma só mão
A lâmina pode então ser aberta com uma só mão (mesmo com luvas) como já acontecia com o Rescue Tool, e o fio liso foi substituído por uma serrilha de passo regular, sacrificando precisão a favor de versatilidade. A existência do travão da lâmina é fundamental, conta com várias ferramentas auxiliares como uma serra de madeira longa, chave philips, espeto c/ cortante, abre-cápsulas e abre-latas ambos com chaves de fendas. O New Soldier’s Knife é uma ferramenta relativamente completa, cingida ao essencial.

Os painéis em verde e preto dão-lhe um toque mais profissional e actualizado para além do conforto acrescido
Achamos que mesmo assim algumas coisas poderiam ser melhores. Devia existir uma bolsa própria e talvez já incluída no produto, mesmo que para isso o preço tivesse de aumentar um pouco, e a ausência do palito e pinça descaracterizam, de certa maneira, o canivete dito suiço. E embora a abertura possa ser realizada sem problemas, o travão para fechar a lâmina também podia ser mais prático para dextros.
O New Soldier’s Knife está já disponível no Navalhas.com para entrega imediata por apenas 35 Euros.
Já à venda no Reino Unido está um novo conceito de facas de cozinha que alegam ser anti-esfaqueamento. Um estranho formato de ponta arredonda assume um nível de segurança superior sem comprometer a sua eficácia culinária.

Se usada como arma a faca apenas permtirá cortar ou picar de forma pouco prática tornando-a algo inútil como elemento de agressão. Obviamente que não é 100% segura mas é uma interessante evolução. John Cornock lançou esta invenção como “resposta” a um movimento de médicos que advoga banir o comércio livre de facas de cozinha (uma posição tanto ao quanto estranha de entender).
A faca já foi testada e obteve excelentes resultados. O seu preço ronda os 50 a 60 euros PVP.
Fonte: Times Online
Já disponíveis para entrega, a gama total de facas Glock apresenta-se como uma excelente solução para quem procura uma faca de mato económica mas que não quer prescindir da qualidade.
Em primeiro lugar existe o nome Glock a defender o produto. O fabricante austríaco do modelo de pistolas automáticas mais famoso do mundo não só coloca em cima da mesa a sua larga experiência como importa o polímero sintético usado nas armas de fogo.
Tal como as pistolas Glock, estas facas primam pela simplicidade e conforto de utilização. O punho ergonómico reveste o espigão parcial que embora não seja completo não deixa de conferir à faca um porte sólido e coeso (agradecimentos ao leitor ‘corvo’ pela correcção relativa ao espigão). Esta, anodizada a negro, pode ser obtida em formado fio simples ou fio simples com serra no dorso. Seja qual for a combinação, o resultado é uma faca leve, discreta e muito prática.
De tom igual ao punho as baínhas em polímero sintético são exepcionais para colocação no cinto. E graças ao material de que são feitas, não partem, não lascam nem apodrecem com a humidade. Existem em três cores: preto, olive-drab (OD) e beige; cada cor disponível nos dois formatos de lâmina. Disponíveis a partir de 42 Euros no Navalhas.com.
Termina já este Domingo, dia 31 de Maio a fantástica promoção de canivetes suíços. 
Todos os canivetes da marca Wenger e Victorinox encontram-se até ao final do mês 15% de desconto. Se ainda não adquiriu o seu canivete suíço, esta é uma excelente oportunidade para comprar e desfrutar da qualidade inigualável da marca Wenger e Victorinox.
Canivetes como o Cybertool, o Voyager, o Rescue Tool o Traveller Lite, da Victorinox, entre outros, constituem uma aquisição de excelente qualidade.
Da gama Evolution da marca Wenger realçamos modelos como o Evolution Junior 03, Evolution 88, o Evolution S 557.
Ainda o EvoGrip 18, o Hardwoods 13, ou mesmo o NewRanger 78, todos com 15 % de desconto até ao final deste mês!
Aproveite e antecipe as suas ofertas com esta oportunidade rara!
Se ainda não comprou o seu canivete suíço, pode fazê-lo até às 00:00 de Domingo! Até lá e boas compras!
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